Not known Factual Statements About oftalmologista

E livres habitamos a substância do tempo (Sophia de Mello Breyner Andresen)@@ Resolvi partilhar aqui um outro [[álbum

Só uso a palavra para compor meus silêncios. //Manoel de Barros@@ Afinal o que é um fotógrafo, mais do que um apanhador de desperdícios, um respigador, que mete ao bolso o que outros deixam espalhado à frente do olhar?

]]''//, que divulgo aqui, como registo rascunhado dessa viagem. As fotografias estão meramente organizadas por ordem cronológica, pelos vários locais da nossa visita, sem qualquer preocupação de coerência na sequência.

Parece que os actuality shows são óptimos para assustar a passarada. Os programas da manhã e da tarde também parecem ser muito eficazes. indent indent @@font-size:10px; Da série fotográfica "Espanta o Quê?" @@

Não sei, se me teria ouvido. Depois, ao ver as imagens que tinha feito, ao olhar a imagem exactamente anterior ao momento desse salto do sujeito sobre mim, pude ver no seu olhar o instante em que ele parece ter decidido afirmar a sua dignidade de macho, perante aquela ameaça exterior, que inventara ao sentir-se fotografado. Posso afirmar que, fotografando na rua há décadas, muito poucas vezes me senti minimamente ameaçado, ou mesmo objecto de agressividade por parte dos fotografados, e, quando isso aconteceu, quase sempre consegui ultrapasssar essas tensões, conversando com as pessoas e, em último caso, respeitando a sua vontade, e não fotografando. Mas, como se sabe, quem anda à chuva, um dia, pode mesmo ficar molhado. PS: hesitei se deveria publicar realmente algumas das imagens que originaram o conflito, nomeadamente aquela que refiro acima, onde o olhar acossado do homem pode ser identificado, mas decidi publicar outras, que fiz durante essa viagem, contando a história, que me parece digna de registo.

Mas esse renascimento, que nos é proporcionado pelo sol, tem de ser muitas vezes defendido por nós, contra aqueles que estão ao serviço de um inverno prolongado, de uma noite sem amanhecer.

Num passeio de barco, que fiz recentemente com um grupo de amigos, entre o Pinhão e a Régua, para além de fotografar a paisagem e as pessoas que comigo viajavam, fui fazendo fotografias de fotografias. Quem segue com alguma regularidade esta minha espécie de blog, onde vou reflectindo sobre fotografia e a sua relação com o mundo, sabe que eu gosto de fotografar cenas com gente a fotografar, apesar de essas imagens até hoje apenas me terem servido para publicar nesta espécie de weblog ou no FB. Não estranharão, por isso, a imagem acima, que hoje publico.

Pelas mesmas razões da fotografia do meu //tiddler// anterior, esta também não é uma fotografia contemporânea, apesar de também a ter feito na semana passada. //^^Nota: volto a colocar aqui o mesmo [[connection

Uma razão da diferença poderá ter a ver com a antiguidade do processo e com o seu amadurecimento. A fotografia tem pouco mais de one hundred anos e só recentemente se “vulgarizou e democratizou”. Outra razão da diferença poderá ser não existirem na literatura tantas confusões conceptuais como no mundo das artes visuais. Não há purismos exacerbados. Não há apropriação da escrita para criar objectos artworkísticos chamados contemporâneos.

Um dos problemas do conceptualismo, como referi várias vezes, é que repetir conceitos, para mais sem sequer qualidade nas imagens, é como "as maçãs do rosto de uma mulher que lembram uma rosa" de Dali:

//Seul l’acte de résistance résiste à la mort, soit sous la forme d’une œuvre d’art, soit sous la forme d’une lutte des hommes.// Deleuze, Conférences@@

Realizei o projecto fotográfico ''Hollywood'' a convite do FITEI. A exposição está no CPF, no Porto, até 26 de Junho. Neste projecto utilizei um conjunto de imagens que fiz durante as obras de ampliação da barragem do Picote, no Douro Internacional, em 2007. O que me surpreendeu desde essa altura foi o facto de imagens, que esperaríamos tão "reais", tão "documentais", me sugerirem de uma forma tão pure cenários Hollywoodescos. Este projecto fotográfico permitiu-me assim recolocar em cima da mesa aquela questão tão velha e tão presente na chamada fotografia contemporânea, da relação entre website fotografia e verdade/realidade e e entre fotografia e mentira/ilusão. E paradoxalmente essa ilusão de cenário não resulta de qualquer artificialidade introduzida e nem sequer intuída nas imagens, mas de algo que poderíamos chamar quase uma sobre-realidade que se impõe.

Como a desse amigo seu read more //Vinicius de Moraes//@@ Nota: em lembrança de todos os perus que se armam em pavão...

Já uma vez criei aqui, na minha espécie de blog site, um pequeno concurso a partir de uma exposição em Serralves. A exposição de Struth deu-me o pretexto para voltar à ideia. O que eu acho muito curioso, agora que estou a meio de escrever este submit, é aperceber-me de que, se não tenho a certeza de que a fotografia de Thomas Struth possa ser considerada como arte contemporânea, este concurso pode! Arte contemporânea, sim... Quem desejar participar neste grandioso concurso, que vai ter prémios aliciantes, tem apenas de enviar um mail para ~QualEhStruth@gmail.com, indicando qual das duas é a imagem de Thomas Struth e explicando porquê.

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